Pandemia coronavírus: vacina, tratamento e medicamento

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Há uma vacina, tratamento ou medicamento para acabar com a pandemia de coronavírus? Essa é a pergunta feita por todos. Desde o início da pandemia, o mundo inteiro entrou na batalha para descobrir um antídoto.

As grandes empresas farmacêuticas dos Estados Unidos, Reino Unido, Russia ou China juntaram-se na procura por um tratamento que possa terminar a pandemia COVID-19. Os primeiros testes e descobertas ocorreram em março de 2020, mas, como se esperava, não tiveram um resultado favorável.

Porque é necessário um tratamento contra a COVID-19?

O vírus espalha-se rapidamente e muitas pessoas têm um sistema imunitário enfraquecido que não consegue lidar com todos os desafios. A vacina seria a solução para um estilo de vida mais seguro. Assim, as restrições em todo o mundo seriam levantadas e a vida voltaria lentamente à normalidade.

Recentemente, a Comissão Europeia assinou um acordo com uma das maiores empresas farmacêuticas, a AstraZeneca, para comprar 300 milhões de doses de vacinas COVID. Estas, de acordo com as declarações oficiais da empresa, ainda se encontram em fase de testes. Conversas semelhantes têm sido realizadas com empresas como a Johnson & Johnson, Sanofi e Moderna, relata a Agerpres.

Esta seria a primeira vacina utilizada na União Europeia após o aparecimento do vírus. Se a vacina se revelar a ser útil, as doses adquiridas, de acordo com o documento assinado, serão distribuídas aos estados membros da União Europeia, tendo em conta a população de cada um. A vacina foi desenvolvida na Universidade Oxford e está atualmente na segunda fase de testes depois de obter um bom resultado na primeira fase.

Como se desenvolve uma vacina?

A vacina contém, em doses muito pequenas, vestígios de vírus ou bactérias, que chegam ao sistema imunitário. Assim, o corpo humano, reconhece-os como inimigos e tenta lutar para os combater. Além disso, o corpo é ensinado a vencer a doença. O método de vacinação provou ser a melhor maneira de combater um vírus poderoso como a COVID-19.

Investigadores da Universidade de Oxford usaram partes do código genético e partes do vírus para infetar chimpanzés. Acabaram por desenvolver um vírus seguro, semelhante à COVID-19, para produzir uma reação do sistema imunitário. Esta abordagem nunca foi usada antes.

Será protegida a população pela nova vacina?

Essa é uma outra pergunta que não tem uma resposta certa. Será provavelmente um tratamento bem sucedido para os idosos e para aqueles com sistemas imunológicos fracos. Isso será possível se a imunização for feita corretamente. Investigadores, médicos, enfermeiros e quem entrar em contacto com o vírus receberá a vacina, logo que for aprovada. Os estados membros da União Europeia confirmaram igualmente que todos aqueles que se encontram em 1º grau de risco serão colocados nas listas prioritárias dos que serão vacinados.

Outro artigo interessante sobre o coronavírus podes encontrar aqui.

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