Proibição dos abortos: os direitos das mulheres cada vez mais limitados

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Direitos das Mulheres
Fotografia: flickr.com

Parece que os direitos das mulheres serão limitados porque os EUA assinaram uma declaração anti-abortos junto com os guvernos autoritários dos outros 30 paises… A declaração tem o objetivo de promovar os direitos das mulheres, mas sem dar-lhes acceso ao abortos. Isso é um facto muito contraditório, não é?

Conforme ao The Guardian, os apoiantes centrais desta declaração são o Brasil, o Egipto, a Hungria, a Indonésia e a Uganda. Entre os signatários há o Iraque, o Sudão, a Líbia, o Bahrein, o Sudão de Sul, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e a Bielorrússia, onde forças de ordem tentam suprimir os protestos para defender os direitos das mulheres.

Onde será o mundo sem estes 5 descobrimentos feitos pelas mulheres, mas reivindicados pelos homens?

O outro país signatário europeu, além da Hungria e da Bielorrússia, é a Polónia.

Na Polónia o tribunal constitucional já tinha aprovado a proibição quase total dos abortos. O país já tem algumas das leis mais estritas na Europa com respeito aos abortos. As mulheres podem fazer abortos só em casos de violação, incestos, caso que a sauda da mãe está em perigo e caso o feto tenha problemas graves.

É inumano forçar a alguém continuar uma gravidez onde o feto tem malformações!

Os grupos que defendem os direitos das pessoas pediram às autoridades para não aumentarem as restrições. Eles fizeram esse pedido porque quase todos os abortos feitos na Polónia ocorrem quando o feto tem graves deficiências.

Os médicos espanhóis também estão fartos das condições dos hospitais durante a pandemia e protestaram na rua, despindo-se!

É inumano, é uma prova de ódio forçar a alguém levar a cabo uma gravidez, sobretudo nos casos onde o feto tem malformações. 98% dos abortos legais na Polónia ocorrem porque há malformações dos fetos, disse a Antonina Lewandowska, uma activista polonesa dos direitos humanos.

É incrível que as mulheres já tenham lutado pelos seus direitos há muito tempo e ainda até agora, no século XXI, essa luta está longe de acabar.

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