A calçada portuguesa, um símbolo no mundo

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calçada portuguesa
A calçada portuguesa, Fotografia: pixabay.com

Quando a história da calçada portuguesa aparece nos jornais como The New York Times, confirmamos mais uma vez o seu grande valor. A calçada é um pavimento constituído por pedras, brancas ou pretas na maioria dos casos, as quais há a possibilidade de desenhar determinadas figuras ou formas que contém uma história.

A calçada portuguesa tornou-se numa das maiores atrações turísticas. Esta técnica permite que os calceteiros oferecem uma particular beleza às ruas portuguesas. São diversas as criações que têm conquistado os numerosos elogios.

A calçada portuguesa brilha em The New York Times

Conhecida também como tapete de pedra, a calçada portuguesa é um dos motivos pelo qual os turistas são interessados em ver as maiores cidades de Portugal, como o Porto ou Lisboa. Para poder escrever o artigo, a jornalista Kathleen Beckett falou com os maiores calceteiros, de forma a perceber melhor o processo e também a história da calçada portuguesa.

Uma das imagens importantes é realizada pelo artista Alexandra Manuel e tem como protagonista a fadista Amália Rodrigues. A obra foi feita em colaboração com o mestre da calçada portuguesa, Jorge Duarte. A obra está realizada em Alfama e foi realizada em 2015. Tive um grande impacto internacional assim que se tornou num ponto de referência para cada pessoa que têm interesse em descobrir a calçada portuguesa.

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Escolas de Jardinagem e Calceteiros

Uma das pessoas com quem falou a jornalista Kathleen, foi Luísa Dornellas. A doutora contou que as calçadas portuguesas são uma espécie de tapetes de pedra que a gente não observa cada vez. A Escola de Calceteiros formou-se em 1986e foram treinadas 224 pessoas que podiam criar em calçada portuguesa. O mestre Jorge Duarte foi um deles. Infelizmente, durante o dia de 14.12.2020, a Câmara Municipal de Lisboa anunciou o falecimento do doutor Jorge Duarte.

Câmara Municipal de Lisboa denuncia o falecimento com os seguintes pensamentos:

“Partiu o mestre, dos mestres. O mestre das borboletas, dos pássaros, das flores, das caravelas, das ondas do mar. O mestre que fazia sorrir o chão que diariamente calcorreamos. Que costurava e ensinava a costurar autênticos tapetes de pedra. O chão de Lisboa fica um pouco mais triste, mas gravará para sempre o nome que lhe deu vida e cor.”

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