Polónia: protestos contra a proibição do aborto e solidariedade mundial

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Protestos contra a proibição do aborto
Fotografia: Captura de ecrã do vídeo no Youtube "Drone footage of MASSIVE protest in Warsaw against abortion ban"

Protestos contra a proibição do aborto trouxeram dezenas de milhares de pessoas na sexta-feira juntas. Recentamente o governo da Polónia instituiu uma lei pela qual limitará o direito aos abortos.

A Polónia é um país que tem uma das mais estritas leis com respeito ao abortos. Até há pouco tempo, as mulheres podiam fazer um aborto só em casos de esturpo, incesto, caso que a saúde da mãe seja em perigo e caso que o feto tenha graves malformações.

Protestos contra a proibição do aborto em qualquer caso!

Contudo, agora os direitos são mais limitados porque o governo decidiu proibir os abortos em casos de malformações dos fetos. Portanto, os cidadães saíram nas ruas para protestar contra esta lei.

Deus é uma mulher

As pessoas desfiaram as regras que proibem as reuniões com mais de 5 pessoas por causa da pandemia de coronavírus, e marcharam nas ruas de Varsóvia com guarda-chuvas pretas e bandeiras. As bandeiras disseram “Acho, sinto, decido” e “Deus é uma mulher”. As guarda-chuvas pretas são o símbolo dos protestos para defender os direitos aos abortos.

Os organizadores disseram que foram pelo menos 100.000 pessoas que participaram no protesto. Em conformidade com eles, este protesto foi o maior da Polónia nos últimos anos.

Qual foi a reação da Igreja Católica Romana?

Protestos diários que tiveram lugar na última semana enfureceram a Igreja Católica Romana que é um aliado do governo. Apesar de ser um aliado do guverno, a igreja disse que embora não sustente os abortos, não influenciou o governo em tomar esta decisão.

Conforme à VOA News, o líder do movimento para os direitos das mulheres na Polónia, Marta Lempart, disse aos ativistas que deviam reportar qualquer ataque e resistir à qualquer ameaça feita pela acusação.

“Não fazemos algo errado quando protestamos e saímos nas ruas”

O presidente Andrzej Duda tentou aviliar a tensão por propor uma reintrodução da possibilidade de acabar uma gravidez em casos que o feto terá malformações que ameçarão a sua vida immediatamente depois do seu nascimento.

Os EUA também limitarão os direitos das mulheres!

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