Execução de uma mulher nos EUA pela primeira vez em 67 anos

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Execução de uma mulher nos EUA
Fotografia: pixabay.com

A execução de uma mulher nos EUA tem lugar pela primira vez após 67 anos. Lisa Montgomery, idade 52 anos, foi condenada à morte depois de estrangular uma mulher que, em 2004, estava grávida em 8 meses. Após matá-la, cortou-a e robou-lhe o bebé que ainda não tinha nascido. A sua execução com a injeção letal está marcada para 8 de dezembro, informa The Guardian.

Os seus advogados tentavam motivar a sua ação. Disseram que sofre por dano cerebral. Aparentemente, os seus pais espancaram-na na sua infância. Também argumentavam que sofre de psicose e outras condições mentais.

A última mulher condenada à morte pelo guverno dos EUA foi Bonnie Brown Heady. O presídio executou-a no 18 de dezembro de 1953, condenada pelo rapto e assassinato do herdeiro dum magnata de automóveis que tinha só 6 anos. Esta será a primeira execução de uma mulher nos EUA após 67 anos.

O presídio executou-a junto com o seu marido numa câmara de gás.

A execução da Lisa Montgomery vai ser a oitava do Departamento da Justiça deste ano. Dois dias depois da sua execução, vão executar um outro recluso também por injeção letal. Brandon Bernard cometeu duplo crime em 1999. Antes de 2020, o presídio federal não tinha executado a ninguém desde 2003 e só 4 pessoas foram executatas desde 1960.

Mais algumas mulheres que as prisões estaduais executaram:

Velma Barfield foi executada porque assassinou o seu namorado em 1984. Ela misturou nas bebidas dele veneno para exterminar ratos. A verdade revelou-se depois da sua morte. Após a autópsia, como resultado, recebeu a pena capital.

Há uns meses, no Brasil, acusaram uma deputada com 55 filhos pelo assassinato do seu marido!

Betty Lou Beets disparou ao seu quinto marido em 1983. O seu filho disse que ela tinha-lhe dito que pretendia matar ao seu pai e tinha-lhe pedido sair de casa. No momento em que ele voltou a casa, a sua mãe já tinha matado ao seu pai. Betty Lou Beets, 62 anos, tinha 5 filhos. O estado executou-a em 2000.

Marilyn Plantz empregou o seu namorado adolescente e o seu amigo para assassinar o seu marido por 300.000 dólares. Quando o marido chegou em casa, os dois homens espacanaram-no enquanto Plantz e as crianças dormiam. Ela acordou e instruiu-os a queimá-lo para fazer o ato parecer um acidente. Como resultado, o estado condenou-a à morte em 2000.

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